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sexta-feira, 9 de março de 2012

Goodbye Paradise

Como é bom dormir ao som das ondas do mar... e na manhã seguinte também acordar ao mesmo som...


Minha programação para o sábado era também intensa... Mostrar a praia de Juquehy, Camburi e Maresias... coisas de mochileiro andarilho, hehe. Até ofereci mas... quem é que resiste a um dia inicialmente ensolarado (de novo graças à teimosia que contrariou as previsões) estando hospedado PÉ NA AREIA? Que nada... "thanks, but let´s chill a little bit in the swimming pool and then swim at the sea". "no problem! you are the BOSS" kkkkkkkk


Isso mesmo... os dois mal haviam molhado os pés desde o começo da viagem de carnaval deles no Rio de Janeiro! Que graça tem visitar praias lindíssimas, tirar fotos maravilhosas maaaaas... usufruir pouco?? Além disso, eu não mencionei no post anterior, mas os dois até já haviam se familiarizado com a galera do condomínio tendo conversado com algumas pessoas... em especial nosso queridíssimo casal Nanny & Fry que, por sinal, batem um bolão no Inglês!



Depois de ainda deixá-los maravilhados com o canto da praia, em que as águas negras do Rio Una se misturam às do Atlântico, e um treininho rápido de tênis (Copa Davis... Brasil goleada sobre a Bélgica!) rolou aquele bom e velho "almo-janta" antes de caçarmos algum BALADA, mesmo, DE VERDADE para coroar o último sábado do Corentin no Brasil. Nada de barzinhos! Era pra rolar o tal do "nightclub".

Sirena? R$ 200,00 (só entrada) antecipado... imagina na porta! Banana´s? Fechado. hum... Camburi?? Galeão??? Excelente! Míseros (aliás, o que aconteceu com Camburi em geral?? Nunca foi tão FÁCIL estacionar o carro na rua, mesmo, em frente a um dos condomínios...) TRINTA reais... e o mais legal... CONSUMÍVEIS! Nem preciso dizer o que nosso amigo belga extrapolou (e como!) a cons. mínima, né??

O fato é que, apesar de Camburi não ser a mesma (chegou a ter 4 "nightclubs" no mesmo pedaço... dos tempos de Nusa Dua/Donna e outros...), o Galeão continua. Com menos "muvuca"... até é bom não estar bombando! Mas a galera é de primeira, bebida também, e o som tudo a ver com praia. Talvez por coincidência, talvez por "força da atração", não faltou companhia gringa, pra aumentar ainda mais a nostalgia intercambista... o britânico Andy e seu amigo australiano (Vila Madalena) foram substituídos, dessa vez, por um casal argentina pra lá de simpático (não por acaso moram há 1 ano em Sampa, hehe... já foram "contaminados") e sua amiga Carolina. Daqui pra frente... "What happens in Camburi..." e fechamos com chave DE OURO nossa última noite da trip! HANGOVER!!!

PS: Foi também divertido apresentar um drink típico, "Capeta", ao Corentin... além de gostar muito do sabor, aprendeu rapidinho o tal do "1 capeta... 2 capeta... 3 CAPOTA!"


"DOMINGO EU QUERO VER... O DOMINGO PASSAR..."



Segunda citação do Titãs aqui neste blog. Mas não, NÃO queríamos que o domingo passasse. E, infelizmente, para evitar transtornos envolvendo o voo do Corentin, praticamente acordamos, comemos alguma coisa, nos despedimos da praia e já pegamos a estrada. E que vontade de ficar mais... dia ENSOLARADAÇO! Ao menos isso fez com que o trânsito da volta inexistisse! Chegamos de tarde e nossa querida amiga Juliana, outra intercambista EF, que mora na ZN, se encarregou de passar o resto do dia com Corentin. Aconselhei-os a jantar numa pizzaria (claro... outra peculiaridade típica e inigualável de Sampa!) antes de ir pro aeroporto. Depois deixei o Felipe no Eldorado, um dos pontos do shuttle da Azul, e esta foto ao lado é a última da galera. :(


Juréia - Praia do Engenho - Barra do Una

Depois de uma "meia maratona" por Sampa, cruzando a cidade ZN-SZ com pequenas paradas e uma merecida recompensa etílica na Vila Madalena, sexta-feira, 24.02 amanheceu com um clima contrário às previsões e seguimos rumo ao Litoral Paulista. Era o plano original e tanto Corentin quanto Felipe pareciam entusiasmados.

Como é bonita a descida da serra pela Imigrantes. A gente se acostuma por causa do trânsito e procura sempre descer no menor tempo possível... mas os vários cliques que eu observava sendo disparados ao longo do percurso me fizeram utilizar a pista da direita e ir ainda um pouquinho mais lento do que o limite. A descida da serra é mesmo bonita.

Já na Rio Santos, a primeira parada foi mesmo na Riviera de São Lourenço. Os levei ao bom e velho shopping center e ao acesso da praia... fazia tanto tempo que eu não ia, que nem sequer sabia dessa novidade da "zona azul". Os esperei baterem algumas fotos dentro do carro, mesmo... e logo em seguida a Boracéia elegi a Juréia como segunda parada.



Um PARAÍSO.

A tal da preservação ambiental que impede construções junto à orla realmente deixou a praia com uma atmosfera paradisíaca. O que era uma parada breve para meia dúzia de fotos durou pouco mais de uma hora... também fazia um bom tempo desde a minha última visita àquela praia... até mesmo eu fiquei empolgadão! Como Juréia é bonita... nem preciso recomendar, não é mesmo? Vejam vocês mesmos pelas fotos.



Muito parecida com a Juréia é o Engenho... no entanto a densa ocupação em frente à faixa de areia impede uma comparação à altura. Até mesmo encontrar o acesso à praia é tarefa um pouco difícil... talvez uma outra forma de também buscar a preservação... mas a praia, em si, é igualmente bonita.



Sem mais paradas. A tarde já estava caindo e, mesmo com o céu nublado, o calor nos empurrou direto pra piscina do nosso querido e adorado Porto do Una. Há mais de 10 anos pé na areia... como estou mal acostumado! Me encantei com a surpresa dos meus dois amigos hóspedes... de fato aquilo lá é outro PARAÍSO!!! E como havíamos chegado às 5 da tarde, neste mesmo horário os demais paulistanos provavelmente estariam entraaaando na estrada. Barra do Una era NOSSA! Só nossa.


Cubas libres e macarronadas depois, já era bem tarde quando procuramos alguma balada... Banana´s fechado, resolvemos pegar leve e curtir o "despojado" barracão bar "Chopp com Escama. Entra ano, sai ano, e o lugar continua sendo a "grande referência" de Juquehy! Ah, que saudades do querido Tijuana... mas deixa pra lá! Coisas do século passado... kkkkk... "vernacularidades" (existe essa palavra?) à parte, Corentin adorou a galera, a atmosfera descolada, a banda ao vivo (aliás, tem um vídeo hilário nosso cantando o dificílimo refrão de TAJ MAHAL, hehe) e, claro, a breja a R$ 2,00. Na noite seguinte, aí sim, iríamos caçar um "nightclub".


PS: E os tratantes a galera EF confirmada de Sampa? "Sumiu... ninguém sabe ninguém viu..."