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terça-feira, 7 de maio de 2013

I´M FREE Tours - SYDNEY

20 de Março, Quarta-Feira, de volta a Sydney.

Finalmente passaria uma semana completa na belíssima cidade do meu irmão-anfitrião e resolvi usufruir de um serviço cujo panfleto havia visto antes de ir pra Melbourne - "I´M FREE Tours". Isso mesmo... uma "walking tour" aparentemente gratuita que sai às 10:30 do Town Hall, centro de Sydney.


O guia (cujo nome infelizmente não me recordo) é gente boa pra caramba e o fundador - há 4 anos, ao lado da namorada - do Free Tours. Vale muito a pena... e não precisa de inscrição, pagamento antecipado nem nada... basta chegar ao Town Hall qualquer dia às 10:30 da manhã (acho que há outros horários, mas me lembro do que eu fui) e começar a andança. O guia vai parando em diversos pontos e contando cada uma das Histórias. Não vou contar cada uma delas aqui porque não lembro com riqueza de detalhes... embora tenha filmado boa parte do trajeto e, quem sabe, mais pra frente, eu acabe colocando no youtube alguma coisa... passamos por diversos locais, como: Queen Victoria Building (1, 2), Pitt Street (e suas galerias) / Westfield (3), Hyde Park / St Mary´s Cathedral (4), Hyde Park Barracks, Sydney Tower, Sydney Hospital (5),  Parlamento de NSW, Martin Place (e seus muitos edifícios), General Post Office (6), "Esculturas de Gaiolas Cantantes" (não lembro o nome) (7), Australia Square - com a escultura "Waiting" (8), uma praça cujo nome eu não lembro que tenho um canhão importante (9), Customs House (10), Circular Quay (falando sobre as edificações em geral, especialmente a Opera House), passeio rápido por The Rocks (explicando resumidamente como a região era degradada, conhecida como points de brigas de gangs, e foi recuperada) (11), e término no Overseas Passenger Terminal (com explicações sobre a Harbour Bridge). Ao final do tour, cada um dá uma gorjeta opcional do valor que quiser. Logo depois tentei refazer o tour pelo mesmo caminho para ver com mais calma alguns lugares que eu tinha gostado mais, e fotografar com calma.



 



 



De onde parei resolvi fazer uma caminhada pela George Street rumo à China Town, que é bem menor do que imaginava. Passei pelo Paddy´s Market, pelo Capitol Theatre, Powehouse Museum e a intenção era chegar a uma região que parecia atrativa no guia - o tal "Darling Harbour", mas uma PORRA DE UMA Freeway se tornou um obstáculo quase intransponível. 




Uma hora consegui encontrar um acesso ao Harbourside (que até lembra um pouco o Bayside), de onde tive a primeira e maravilhosa vista do Darling Harbour. Fiquei mesmo maravilhado pela visão, pelo calçadão, pela ponte de pedestres, pela marina, pelos cafés, restaurantes, lojas... e, claro o HARD ROCK CAFÉ! Visitei rapidamente a lojinha, onde conheci a italiana Elisa, fluente em Português por ter morado em Floripa, BH e Blumenau... e fazia um ano que havia chegado em Sydney. Mas enfim, o sunset já estava a caminho e o tempo era curto, então decidi que voltaria no dia seguinte novamente para explorar com mais calma o Darling Harbour. Peguei um ferry que fez 4 ou 5 paradas antes de checar ao Circular Quay (incluindo LUNA PARK!) e reparei na presença de uma bicicleta num suporte. Isso me lembrou muito LA, em que era possível pegar ônibus e também metrô com bicicletas.



Chegando a Manly vi duas rodas de pessoas curtindo a noite no gramado em frente à praia... "numa relax, numa tranquila, numa boa": uma espécie de "picnic noturno" entre jovens, e uma roda de capoeira com quase todos os participantes aparentemente brasileiros. No apê, meus queridos anfitriões se deliciavam assistindo, pelo youtube, a edição de Sydney do programa de TV "O Mundo Segundo os Brasileiros". Inspirador!

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Um dia no Centro de Sydney


Dia 13 de Março

Este foi o primeiro dia de fato em Sydney... acordando cedo e tomando um belíssimo café da manhã regado às tais bolachinhas de arroz com um toque de "seaweed" combinadas com um belíssimo patê industrializado de homus, iguarias essas que haviam me arrebatado já no dia anterior. Cedo saí e já fui me dirigindo ao Manly Wharf para pegar o ferry boat straight to the Circular Quay, não sem antes tirar algumas fotinhos do Sailing Club e da bela Manly Cove.



Comprei o round trip ticket, algo que, na verdade, não faz muito sentido, pois não há "desconto de múltiplo de 2" (ticket normal = AU$ 7,20; ida e volta por AU$ 14,40). Aliás, já fui logo de cara percebendo que, em Sydney, transporte público não é exatamente dos mais baratos do mundo. Mas tudo bem... a viagem de ferry dura pontuais 30 minutos e tem vistas MUITO bonitas de praias, baías, reservas, skylines, malucos diversos se aventurando no mar (a bordo de canoas, caiaques, lanchas, iates e outras embarcações) e alguns pontos turísticos como a Opera House, a Harbour Bridge, os Royal Botanic Gardens. Entre filmagem e fotos, eu já me aproximava do Circular Quay sem nem ter sentido o tempo passar.





O legal do Circular Quay é que funciona de fato como um ponto central em que se encontram diversas linhas de ferry boat, trem e ônibus, em meio a um terminal de transatlânticos, Harbour Bridge/The Rocks de um lado, junto com o Museu de Arte Contemporânea, Opera House e Jardim Botânico do outro lado, em meio a zona comercial com lojas e restaurantes.



Com um guia na mão e algumas sugestões dos meus queridos anfitriões, comecei a epopéia pelo Museu de Arte Contemporânea. A entrada é gratuita para as exposições permanentes. Não sou exatamente o maior fã de arte contemporânea, mas lembro-me que chamaram a minha atenção lá um quadro de retratos do filme IT, um Homem Aranha bizarro e um conjunto formado pelos dois edifícios - um moderno e outro antigo. Um passeio por The Rocks e por baixo da Harbour Bridge encerrou a caminha por aquele lado do Circular Quay.






Do "outro lado" fui ver de perto a famosa Opera House. Pelo caminho, um aaaamplo café ao ar livre repleto de mesas, ainda não totalmente ocupadas (era começo de tarde ainda), com um público heterogêneo formado por turistas e residentes de grande variedade de etnias, sotaques, estilos, vestuário. Esta é uma marca de Sydney... a DIVERSIDADE! Não por acaso, enquanto eu tirava algumas fotos da Opera (neste primeiro dia me limitei a visitá-la por fora, mesmo) a caminho do Botanic Garden, uma doida alemã me abordou. Seu nome era Tanja (pronúncia = "Tânia")... começou a puxar assunto do nada, a princípio aparentemente de forma despretensiosa mas, logo, se entregou: me ofereceu uma espécie de camp de surf. Agradeci e fui embora.



O Botanic Garden é mesmo grande e bonito, aconchegante, agradável. Muito limpo, com muitas pessoas caminhando ou praticando atividades físicas no gramado muito bem cortado. De lá temos vistas bonitas da cidade, contornando a Farm Cove, tanto pro lado da baía quanto para o skyline que contrasta com a vegetação. Ainda passei em frente à montagem em andamento da estrutura para a apresentação de "CARMEN", e "desemboquei" na tal Woolloomoolloo Bay.



De lá praticamente "tropecei" e caí dentro da Art Gallery de NSW. Com entrada gratuita, tem muitas galerias de Arte Européia, além de Asiática e Australiana. Os pontos altos, para mim, foram os quadros de Monet, além de obras de Cézanne, Rodin, uma gravura de Picasso, e uma sala chamativa contendo a obra "They Give Evidence", realmente impressionante!





Da Art Gallery segui caminhando de volta a Opera House para encontrar meus queridos anfitriãos num típico happy hour australiano. Pelo caminho, Hyde Park e St Mary´s Cathedral, Public Library. Chegando à Opera House, nada melhor do que curtir um por do sol ouvindo boa música ao vivo e saboreando uma deliciosa pizza, batatas fritas, vinho branco espumante. De lá direto pro ferry e ir dormir, pois no dia seguinte eu ainda pegaria o voo pra MELBOURNE!



terça-feira, 30 de abril de 2013

FIRST STEP - SYDNEY

Consegui parar um pouco para começar a publicar aqui relatos da maravilhosa TRIP pra Austrália! Então vamos lá... hora de falar do voo e da chegada a SYDNEY!

10 pra 11 de Março

Com voo marcado às 2 da manhã de 2a feira, o jeito foi sair de casa ainda no domingo à noite para não correr riscos desnecessários de fila de check-in ou coisa do tipo... pouco antes das 2 da manhã já sobrevoávamos São Paulo rumo a Buenos Aires a bordo de uma aeronave da "Austral". Mas o "desafio" só viria depois... previsão de quase 17 horas de voo entre Buenos Aires e Sydney!! Esse sim seria certamente o mais longo voo da minha vida!

Correu tudo bem após uma espera de aproximadamente 3 horas no famoso Ezeiza. Apesar de a aeronave da AEROLINEAS ser uma sucata véia um pouco "vintage", daquelas com telão coletivo, o serviço de bordo compensou. Mesmo sem ter "encomendado" refeição vegetariana, a opção "pasta" supriu muito bem meu estômago, com uma excelente entrada de quinua antes do macarrão. E aí, meus queridos amigos... tive que adotar a velha estratégia para tentar dormir e, com isso, reduzir a durção do voo: BANHO DE VINHO. Dei sorte e os comissários de bordo foram generosos... entre copadas de prástico "tacinhas" de VENTUS (um vinho da região da Patagonia, produzido pela tal "Bodega del fin del mundo") e sonecas esporádicas - uma delas interrompidas por metade do filme "As Aventuras de Pi" - encarei as 16 horas de voo numa boa. Isso mesmo... 16 horas... chegamos com ANTECEDÊNCIA! E pouco antes de pousar ainda tive a grande satisfação de conhecer uma ilustre colega de FAU (veterana) três poltronas ao lado (as duas do meio estavam vazias!). Depois do baggage claim me despedi da Paula e fui passar pela alfândega um pouco grog. Meu ar não levantou suspeitas sobre possíveis carregamentos de chocolates brasileiros, água de coco, feijão e outros ítens devidamente declarados.

Enquanto esperava meu irmão do lado de fora (pois é... 1 hora a menos de voo dá nisso...) me dava conta de que, naquele instante, só me restava o continente ASIÁTICO para ser pisado! I had just reached Australia!!! E pouco tempo depois rolava o reencontro...


...cruzamos Sydney de carro, até Manly. Aiiiiinda um pouco grog, ia me acostumando com a mão australiana (invertida, tipicamente britânica) e observando a paisagem... passamos pela Harbour Bridge, onde tirei a única "foto turística" deste primeiro dia. A fim de evitar o jetlag, meu irmão me manteve acordado depois de me descarregarmos as malas em seu aconchegante (e bem localizado) apê: banho de mar em Lil Manly, passeio pelo Wharf, em Manly Cove, com direito a uma bela casquinha, caminhada pelo Corso até a praia principal de Manly, do outro lado. Tudo a pé, a pouco minutos de distância. Entre sono e ainda um pouco do efeito do vinho, fui me mantendo acordado até reencontrar também a Rê, jantarmos, e eu angelicalmente DESABAR no sofá. Deu certo! Acordei no dia seguinte (13) às 6 da manhã já adaptado.

domingo, 31 de março de 2013

LAND DOWN UNDER

Travelling in a fried-out Kombi...

Galera, eh o seguinte... estou por aqui em algum lugar da AUSTRALIA!!! Quando der, mando noticias (com acentos) e digo o que rolou... ateh!

Abs!